
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Fecham-se portas, abrem-se janelas... com grades!

Snow Patrol - Chasing Cars video
We'll do it all
Everything
On our own
We don't need
Anything
Or anyone
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?
I don't quite know
How to say
How I feel
Those three words
Are said too much
They're not enough
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?
Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life
Let's waste time
Chasing cars
Around our heads
I need your grace
To remind me
To find my own
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?
Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life
All that I am
All that I ever was
Is here in your perfect eyes
They're all I can see
I don't know where
Confused about how as well
Just know that these things
Will never change for us at all
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Palavras como punhais
Já não sei se prefiro o silêncio... O silêncio e o tempo podem ajudar a cicatrizar ou pelo menos a anestesiar a dor que permanece com o passar dos dias...
Depois... depois há momentos em que tudo parece brilhar outra vez! Não passam de vislumbres, de miragens num deserto em que cada grão de areia é a recordação de um momento mágico.
E o que resta?! A dor, outra vez a dor que teima em não passar, em corroer até ao mais profundo de nós... desgastando, fazendo sofrer, enregelando, acabando com últimos restícios de esperança...
Morri por dentro...
Ódio?
"Ódio por ele? Não... Se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto...
Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Como um soturno e enorme Campo Santo!
Ah! nunca mais amá-lo é já bastante!
Quero senti-lo d’outra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!
Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda.
Ódio por ele? Não... não vale a pena..."
Florbela Espanca
Acaba a magia!
Queres guardar para ti?! Ok! Guarda muito bem guardado se é isso que te faz feliz! E se é assim que estás bem, que posso eu fazer?! Somente desejar-te muito boa sorte!
Não te posso obrigar a gostares de mim como eu gosto de ti! Não tenho o poder de tornar os sonhos realidades quando estes também dependem de ti! Está mais que provado que não queres mesmo e que o meu esforço, as minhas derradeiras tentativas, se revelaram mais uma vez completamente inglórias... Tenho pena! Mas ao contrário do que antes me acontecia, não me vou ficar aqui a lamentar, a chorar, a ter pena de mim própria! Agora sei que se não correspondes aos meus desejos é porque realmente não vale mesmo a pena!... Provavelmente valerá para alguém, mas não para mim!
Fui estúpida em pensar que ainda poderia acontecer... Fui burra em não perceber que não depende de mim... Fui inocente em acreditar que te poderias esforçar...
E mais uma vez termina o que nunca chegou a começar!
Não há magia, fantasia, sonho ou desejo que sobrevivam a tanta indiferença...
Perguntas em espera...
Porque devo mudar eu e não tu? Porque não mudas tu? Porque não te esforças por nós? Porque não assumes?... Porquê?
Porquê eu e não tu? Se eu não posso fazer mais... se és tu quem deve decidir... se sou eu quem tem definidos e claros os meus objectivos... se és tu quem tem medo...
Sim, temos que ceder os dois... E eu estarei disposta a isso se tu também o estiveres... a desejar o mesmo que eu!
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
a outra parte da magia
Não abdico das minhas convicções e muito menos do meu direito de ser aceite como sou, sem medos e sem receios de dedos apontados...
Sabes meu amor, o nosso sonho, desejo, fantasia, momento, é para mim muito mais do que isso! É algo que quero, como sempre quis, transformar em realidade todos os dias... e deixar de ser apenas "um momento"! E sozinha, falta-me metade da magia...
O que mudou em nós?
Eu mudei... já não sinto raiva, já não sinto ódio, já não quero deixar de te ver!
Sinto-me outra vez disponível para ti! Completamente disponível!...
Será que também em ti mudou alguma coisa? Será que na tua vida alguma coisa mudou? Alguma coisa que nos permita diminuir esta distância que se criou entre nós? Estarás tu disponível para mim?...
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
eu sei que sabes...
E também sempre soube que sentes, que lembras... que.... que... o resto, aguardo que me digas, quando achares que vale a pena tentar outra vez...
Continuo aqui... a achar que ainda pode valer a pena!
Mas só eu não chego!
Preciso de ti!!!....
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Saudade de nós...
Sinto a falta da tua presença em mim...
Recordo os nossos momentos como se tivessem sido ontem. Ainda conheço o teu cheiro e o toque da tua pele... ainda te procuro no meio das multidões...
E pergunto-me todos os dias: será que também te acontece o mesmo?!...
Esquece o que dissemos
Antes que fiquemos velhos demais....
quarta-feira, janeiro 03, 2007
um sorriso para 2007
Com um grande sorriso e um brilhozinho nos olhos... Foi assim que iniciámos mais um ano. Com vontade de lutar pelos nossos sonhos e desejos mais escondidos!
E é com este sorriso e esta forma positiva de olhar a vida que vamos construindo o nosso próprio destino, degrau a degrau, passo a passo, dia após dia... um momento de cada vez... porque a vida não existe apenas para ser vivida mas sobretudo para ser saboreada!
Para todos aqueles que são especiais na minha vida, para todos aqueles que fizeram, que fazem e farão parte da minha vida, um sorriso auspicioso de felicidade!!
Fotos em: http://osunidos07.blogspot.com
terça-feira, janeiro 02, 2007
Cerimonial do Amor
Se o teu amor esbarra com o absoluto das coisas, se por exemplo tem de franquear a impenetrável parede de um mosteiro ou do exílio, agradece a Deus que ela por hipótese retribua o teu amor, embora na aparência se mostre surda e cega. Há uma lamparina acesa para ti neste mundo. Pouco me importa que tu não possas servir-te dela. Aquele que morre no deserto tem a riqueza de uma casa longínqua, embora morra. Se eu construir almas grandes e escolher a mais perfeita para a rodear de silêncio, ficarás com a impressão de que ninguém recebe nada com isso. E, no entanto, ela enobrece todo o meu império. Quem quer que passa ao longe, prosterna-se. E nascem os sinais e os milagres. Não importa que o amor que alguém nutre por ti seja um amor inútil. Desde que tu lhe correspondas, caminharás na luz. Grande é a oração à qual só responde o silêncio; basta que o deus exista. Se o teu amor é aceite e há braços que se abrem para ti, então pede a Deus que salve esse amor de apodrecer. Eu temo pelos corações cumulados."
Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela'
quarta-feira, dezembro 27, 2006
estória inacabada...
Ela era jovem, alegre, bonita, disponível... Ele era também jovem (mas não tanto quanto ela), sedutor, atraente e disponível (mas não tanto quanto ela)...
Há muito tempo que ela sonhava com ele... há muito tempo que ela desejava que ele sonhasse com ela... ela estava disponível, mas ele nem tanto...
Nessa noite ela tinha-se arranjado, estava perfumada, bonita... os seus olhos anunciavam a felicidade que ainda não conhecia, como se adivinhassem aquele futuro tão breve, tão próximo...
E ali, no meio de muitos outros olhares, perfumes e sons, com a total disponibilidade de ambos e como se nada mais em seu redor existisse, a magia acontece... A verdadeira magia que só quem a toca a pode sentir explodiu dos seus lábios e o mundo tornou-se num lugar melhor!
Durante algum tempo foram felizes! Tão felizes que era visivel na sua pele, no seu olhar, na sua voz!...
Amaram-se verdadeiramente...
Ela sentiu-o como seu... para sempre... ainda que o seu corpo não esteja lá, ele será para sempre seu...
Ele tomou-a como sua, ainda que não tivesse toda a disponibilidade para ela, ela era sua! E ele sempre soube... Ele SABE que ela ainda é sua...
Ela ainda sente por vezes o abraço dele, o seu beijo, o seu calor, a sua pele...
Ele, quem sabe ainda se lembre destes momentos, talvez ainda recorde o seu cheiro, talvez ainda sinta a falta dela!
Ela ainda o ama, ainda o deseja, ainda o quer para si... com toda a sua disponibilidade!
Ele... não se sabe... Mas ele sabe que ela o espera!
sexta-feira, agosto 04, 2006
a dor de sentir
Sentimos com o corpo todo! Com o coração que aperta, ou não fosse este o local por excelência dos sentimentos, com a pele que se arrepia, com o estômago que dá um nó, com as pernas que tremem...
As emoções, num primeiro instante sentidas, pouco ou nada têm de racional. São todas elas um composto de sensações dificilmente definidas por palavras. Mas no entanto, todas elas ocorrem no nosso cérebro, num cocktail de substâncias químicas que despoletam em nós as mais diversas reacções. E não é também essa fantástica estrutura, que é o cérebro, que nos permite pensar?! Então, porque temos tanta dificuldade em perceber o que sentimos e porque razão o sentimos?! Porque nos é tão difícil gerir as emoções?!
Podemos pensar sobre elas, tentar explicá-las, racionalizá-las ao máximo, trazê-las para o mundo das palavras... podemos até escrevê-las, cantá-las, pintá-las... mas dificilmente, senão mesmo impossível, será encontrar o melhor modo de as exprimir. E isto é, no meu entender de ser humano que sente e pensa, o que mais agustia!
São estas muitas das nossas dores... a dor de nunca se dizer exactamente o que se sente, a dor de não se dizer nada do que se sente, a dor de dizer o que não se sente, a dor de nos tentarmos enganar a nós próprios quando, em frente ao espelho, sorrimos quando nos apetece chorar só para abafar mais uma vez, mais um dia, um sentimento que se arrasta e que parece não se esgotar...
A dor de não conseguir apagar um sentimento e recuperar outro... a dor de um dia não aguentar mais tanta contradição...
As emoções não se esgotam. Os sentimentos não desaparecem. Não há tempo, nem distância, nem local que apague o que durante tanto tempo nos alimentou a alma...
terça-feira, julho 11, 2006
Deixa passar...
Dizem que o tempo é o melhor conselheiro, que traz consigo as respostas procuradas e que quanto mais tempo maior a sabedoria. É o tempo que atenua as maiores dores, é o tempo que traz muitas das certezas, é o tempo que amadurece os frutos...
Temos que nos permitir dar-nos tempo, relaxar, descansar e deixar que as horas, os dias, as semanas, os anos... façam das suas maravilhas! Sem pressas, sem correr... sabendo que no fim seremos recompensados!
sexta-feira, junho 16, 2006
"Partida! Largada! Fugida!..."
Olho uma ultima vez para trás, na esperança que acompanhasses o meu passo, que partisses ao mesmo tempo que eu... Vejo-te! Sim, vejo-te como sempre te vi... parado, a olhar-me como se esse teu olhar fosse o suficiente para não me deixar partir. E eu, ali me mantinha, na linha de partida, constantemente a olhar para trás, à espera que viesses comigo e pudessemos os dois partir... Via-te, esperava-te... houve momentos em que te senti mais perto, mas nunca chegaste realmente... E eu tive que partir sozinha! Não é possível adiar mais a hora da partida e quem está é quem corre, ainda que seja apenas eu, a correr sozinha...
"PARTIDA!" - partir, viajar, ir para algum lado; mas também particípio passado do verbo "Partir" de despedaçar: Parto partida, despedaçada... desfeita em pedaços que ao longo do caminho procurarei, sabendo que talvez nunca os encontrarei a todos, pois houve alguns que ficaram contigo. Guarda-os junto ao coração para que nunca se percam no tempo...
"LARGADA!" - particípio passado do verbo "largar"; algo que se largou...
"FUGIDA!" - particípio passado do verbo "fugir"; Fuga; abandono talvez... fuga presencial, não existencial. Fujo porque assim o quiseste! Porque assim o permitiste! Porque não soubeste impedi-lo... e não quiseste que ficasse...
Não desisti! Simplesmente não tenho mais armas para lutar...
Aguardo serenamente que o futuro me faça vencedora...
segunda-feira, maio 29, 2006
Procuras...
Quando termina uma busca, uma nova recomeça, pois o ser humano tem esta necessidade: a de ir construindo objectivos sucessivos de maneira a que nunca se sinta perdido, pois esses objectivos traçam de certa forma um mapa da nossa vida que nos orienta ainda que possamos optar por dar uma volta maior, nem que seja para fazer uma pausa na busca inicial...
Existem procuras cujo objectivo está ao alcance de uma mão... mas, não sei porquê, essas por vezes tornam-se as mais dificeís e tortuosas, por vezes mesmo dolorosas e esgotantes! Como se cada vez menos estivesse nas nossas mãos alcançá-las... Mas talvez porque está mesmo ali o que buscamos, não desistimos!!! E eu nunca desisti de nada na minha vida, mesmo que me pareça impossivel!!
E por isso, não vou desistir de ti!! Ainda não "valeu a pena"...
domingo, maio 07, 2006
"Broken"
With everything ahead of us
We left everything behind
But nothing that we needed
At least not at this time
And now the feeling that I'm feeling
Well it's feeling like my life is finally mine
With nothing to go back to we just continue to drive
Without you I was broken
But I'd rather be broke down with you by my side
I didn't know what I was looking for
So I didn't know what I'd find
I didn't know what I was missing
I guess you've been just a little too kind
And if I find just what I need
I'll put a little peace in my mind
Maybe you've been looking too
Or maybe you don't even need to try
Without you I was broken
But I'd rather be broke down with you by my side
With everything in the past
Fading faster and faster until it was gone
Found out I was losing so much more than I knew all along
Because everything I've been working for
Was only worth nickels and dimes
But if I had a minute for every hour that I've wasted
I'd be rich in time, I'd be doing fine
Without you I was broken
But I'd rather be broke down with you by my side
Jack Johnson
Antes não sabia o que procurava... por isso, nunca soube o que ia encontrando. Agora sei que o que procuro só o encontrarei contigo...
segunda-feira, abril 24, 2006
Aqui para ti...
Estou aqui para ti...
Continuo à tua espera, como no início...
Não te peço a lua, nem o sol, nem o céu, nem as estrelas... apenas o brilho que um dia trouxeste à minha existência.
Não te peço promessas nem certezas futuras... apenas a certeza de que hoje estás aqui para mim.
Não posso fazer-te acreditar na minha verdade, porque esta é só minha, intíma e intransponível, e só eu a conheço realmente. E esta verdade, nada tem de fantasia, sonho ou ilusão, é real, concreta e objectiva... É esta a verdade que todos os dias me faz adormecer e acordar a pensar em nós e mais ninguém a sente como eu!
Por isso, peço-te que, ainda que não ponhas esse desejado ponto final na minha espera, acredita simplesmente que te espero...
sábado, abril 15, 2006
Por detrás do anonimato
(Uma dúvida para quem me quiser e souber responder: porque que é que uma pessoa que diz que nunca mais quer falar e ouvir falar de nós insiste em bisbilhotar a nossa vida?!...)
sexta-feira, abril 14, 2006
Ouvi dizer... palavras
Que o nosso amor acabou
Pois eu não tive a noção do seu fim.
Pelo que eu já tentei
Eu não vou vê-lo em mim
Se eu não tive a noção de ver nascer o homem.
E ao que eu vejo
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi
E eu fiquei com tanto para dar
E agora não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Ouvi dizer
Que o mundo acaba amanhã
E eu tinha tantos planos p'ra depois
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós
Sem tirar das palavras seu cruel sentido.
Sobre a razão estar cega
Resta-me apenas uma razão
Um dia vais ser tu
E um homem como tu
Como eu não fui
Um dia vou-te ouvir dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Sei que um dia vais dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
A cidade está deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas, nos carros,
Nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura
Ora amarga, ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doença
Quando nele julgamos ver a nossa cura
Ornatos Violeta
Uma das mais belas canções que já ouvi!!!
Pode não dizer nada até... mas pode também dizer tudo... e mais ainda ficaria por dizer!
Ouvi dizer muita coisa! Ouvi o que sempre quis ouvir mas as palavras não passam disso mesmo... São palavras largadas ao vento para quem as quiser apanhar. Lá vai uma, lá vão duas, três palavras a voar. Uma é minha, outra é tua, outra é de quem a apanhar!
Posso apoderar-me das palavras que quiser. São largadas ao vento, em vão... são de quem as apanhar. E quem as lança, perde-lhes o direito?! Não! Mas pode largá-las para sempre, como se nunca tivessem sido suas... Pois as palavras são momentâneas e é no momento que fazem sentido, nem que seja por uns escassos segundos. As palavras podem anunciar uma nova realidade, construir um novo sonho ou simplesmente afirmar o presente. As palavras tomam forma nas atitudes e só através delas se tornam visíveis. Talvez seja por isto não acontecer que vivemos num mundo de hipocrisias... Em que o que se diz não tem nada a ver com o que se faz. E assim se vai vivendo, numa linha ténue que fica entre o que se é, o que se sente, o que se diz e o que se faz. Esta linha não tem espaço em nenhuma dimensão porque a habilidade está em fazer com que as palavras sejam simplesmente lançadas ao vento, para quem as quiser apanhar! Não interessa se se diz o que realmente se sente, muito menos interessa se a pessoa que as apanha se apodera delas e nelas vê uma nova realidade ou um sonho construído. Interessa que quem as lança lhe perca os direitos para nunca ter que se comprometer com nada, não ter que provar com atitudes que é e sente o que disse...
A hipocrisia no fundo é um jogo habilidoso e estratégico para lidar com a realidade, para satisfazer as necessidades mais convenientes.
A hipocrisia é triste...